HISTÓRICO

Precisamente no dia 09 de Abril de 2010, três coletivos – Macondo, Colméia Cultural e Enxame Coletivo – reuniram-se presencialmente em São Paulo, após cerca de dois meses de conversas on-line, na Oficina Cultural Oswald de Andrade para dar início à programação cênica integrada ao Festival Fora do Eixo promovida pelo embrionário PFE que à época chegou como”grupo Palco Fora do Eixo”.

A programação consistia em espetáculos, oficinas teatrais e circenses, intervenções em casas noturnas, performances e muita conversa. O público naquele momento era formado pelos próprios idealizadores da proposta de integração de novas linguagens artísticas no Fora do Eixo. No último dia de festival, depois de sensibilizar os agentes que compartilharam daquele momento, conseguimos pautar o desenvolvimento do que viria a ser o Palco Fora do Eixo na rede. Oficinalmente, o PFE surgiu em 11 de Abril de 2010 como uma nova frente temática de produção do Fora do Eixo.

Essa atuação no Festival foi na verdade uma proposta que começou na rede com a intenção de aproveitar a estrutura que o Fora do Eixo criou com base nos trabalhos na Música para desenvolver e constuir uma atuação com outras linguagens, a fim de ampliar e potencializar a rede, as articulações e a cadeia produtiva da cultura no Brasil.

Saímos do Festival Fora do Eixo com a missão de estruturar essa proposta e expandir o quadro de colaboradores do PFE de três para oito coletivos no ano de 2010. Chegamos ao fim do ano com um quadro de dez coletivos: Coletivo Arrastão (Belo Horizonte/MG), Goma Cultura (Uberlândia/MG), Coletivo Megalozebu (Uberaba/MG), Coletivo Ajuntaê (Campinas/SP), Coletivo Fuligem (Ribeirão Preto/SP), Enxame Coletivo (Bauru/SP), Colméia Cultural (Araraquara/SP), Massa Coletiva (São Carlos/SP), Macondo Coleivo (Santa Maria/RS) Difusão (Manaus/AM) – além de outros colaboradores e entusiastas que aos poucos se aproximam.

 

Confira a #Retrospectiva 2010 do @palcoforadoeixo aqui.